
PROFESSOR II: RUTE E A PROFESSORA MARIBEL, PROFESSORA MAGUI TRABALHAM E DESENVOLVEM ATIVIDADES DIFERENCIADAS NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA. DESCOBRINDO UM NOVO JEITO DE ENSINAR.LEVAM OS ALUNOS A PENSAR RESPEITANDO SUAS DIFERENÇAS E LIMITAÇÕES. E O ALUNADO SE SENTEM DESAFIADOS E GOSTAM DO QUE FAZEM. O BRILHO NOS OLHOS, OS TREJEITOS FACIAIS MOSTRAM O QUANTO SÃO CAPAZES DE FAZER AS ATIVIDADES.



A inclusão escolar da pessoa com necessidades educacionais
especiais é um tema de grande relevância e vem
ganhando espaço cada vez maior em debates e discussões que
explicitam a necessidade de a escola atender às diferenças
intrínsecas à condição humana.
A Declaração Mundial sobre Educação para Todos
(Unesco, 1990), aprovada pela Conferência Mundial sobre
Educação para Todos, realizada em Jomtiem – Tailândia, no
ano de 1990, e a Declaração de Salamanca (Unesco, 1994),
firmada na Espanha em 1994, marcam, no plano internacional,
momentos históricos em prol da Educação Inclusiva. No
Brasil, a Constituição Federal de 1988, art. 208, inciso III
(Brasil, 1988), o Plano Decenal de Educação para todos, 1993
– 2003 (MEC, 1993) e os Parâmetros Curriculares Nacionais
(MEC, 1999) são exemplos de documentos que defendem
e asseguram o direito de todos à educação. Segundo esses
documentos, todas as crianças devem ser acolhidas pela
escola, independente de suas condições físicas, intelectuais,
sociais, emocionais.
Flávia Furtado Silveira
Marisa Maria Brito da Justa Neves2
Universidade de Brasília